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terça-feira, 15 de agosto de 2017

HELLBLOG: Jair Bolsonaro já havia sido definido como alvo do...

HELLBLOG: Jair Bolsonaro já havia sido definido como alvo do...: https://ceticismopolitico.com Jair Bolsonaro já havia sido definido como alvo do PT no Caderno de Teses em 2015 por  mrk Como...

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Laboratórios científicos entram na onda do hardware livre Redação do Site Inovação Tecnológica -

Laboratórios científicos entram na onda do hardware livre

Equipamentos de laboratório entram na onda do hardware livre
Modelo 3D do FlyPi (esquerda) e modelo básico montado (direita). [Imagem: Tom Baden/CCAL]
Laboratório com hardware livre
Um brasileiro, atualmente na Universidade de Tubingen, na Alemanha, está por trás de um esforço de ciência aberta e hardware livre conhecido como "laboratório aberto", ou open labware - equipamentos de código livre para aplicações em laboratórios de pesquisa e ensino.
Juntamente com colegas do Reino Unido, André Maia Chagas acaba de apresentar o "FlyPi" - um sistema de imageamento e microscopia de baixo custo com capacidade suficiente para ser usado em pesquisas científicas, no treinamento de pesquisadores ou no ensino.
Os equipamentos necessários para os experimentos de neurociências, para os quais o FlyPi foi pensado, podem custar facilmente dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros, limitando as pesquisas de alto nível e o treinamento científico aos institutos mais bem aparelhados dos países ricos.
O "FlyPi", que pode ser montado a partir de €100, consegue executar vários protocolos padrão de laboratório, incluindo microscopia de luz e fluorescência, optogenética, termogenética e estudos comportamentais em animais pequenos, como moscas da fruta, larvas de peixe zebra ou vermes C. Elegans.
Democratizando a ciência
O projeto é baseado em uma estrutura impressa em 3D que recebe um microcomputador Raspberry Pi, uma câmera, LEDs para iluminação e lentes simples, bem como um circuito de controle óptico e térmico baseado no Arduino, outro microcontrolador de código aberto.
Juntos, esses componentes custam menos de 100 euros para o sistema básico e podem ser modificados de acordo com os objetivos do laboratório. O sistema FlyPi oferece opções modulares e de baixo custo para pesquisa, e as instruções de uso são disponibilizadas gratuitamente através de plataformas de código aberto.
"Muitas instituições em todo o mundo têm pouco dinheiro para gastar em equipamentos caros. Acreditamos que é muito importante que o treinamento e a pesquisa em neurociências se abra a um número maior de estudantes e cientistas juniores. Assim, esperamos que, com laboratórios abertos como nosso FlyPi, possamos oferecer um ponto de partida," disse Tom Baden, membro da equipe.
O grupo envolvido no desenvolvimento do FlyPi já ministrou cursos de impressão 3D, programação e montagem de equipamentos de laboratório do tipo faça você mesmo em universidades do Quênia, Uganda, Gana, Nigéria, África do Sul, Sudão e Tanzânia.
Todo o projeto do FlyPi pode ser encontrado no endereço https://open-labware.net/projects/flypi/.

Bibliografia:

The €100 lab: A 3D-printable open-source platform for fluorescence microscopy, optogenetics, and accurate temperature control during behaviour of zebrafish, Drosophila, and Caenorhabditis elegans
André Maia Chagas, Lucia L. Prieto-Godino, Aristides B. Arrenberg, Tom Baden
PLoS Biology
Vol.: 15(7): e2002702
DOI: 10.1371/journal.pbio.2002702

Motor pneumático macio produz movimento cíclico Redação do Site Inovação Tecnológica -

Motor pneumático macio produz movimento cíclico

Motor pneumático
Engenheiros criaram um novo tipo de atuador pneumático capaz de gerar movimento cíclico a partir de uma estrutura mole e flexível.
Um atuador é um mecanismo que transforma um tipo de energia em outro. Até agora, a maioria dos atuadores pneumáticos era rígida e volumosa, impedindo a disseminação de seu uso, por exemplo, entre os robôs.
O novo aparelho é biomimético, ou seja, é inspirado na natureza, imitando o mecanismo de movimentação de um réptil. E, ao contrário da maioria dos atuadores pneumáticos, funciona com pressão negativa.
Alar Ainla e seus colegas da Universidade de Harvard, nos EUA, apontam várias vantagens deste novo método para obter movimento circular a partir de uma haste dentro de um atuador pneumático macio. Entre elas estão a dispensa da necessidade de lubrificação, a eliminação do risco de rompimento em caso de se atingir pressões acima das especificações operacionais, a possibilidade de usar o equipamento em operações sensíveis a campos eletromagnéticos e a possibilidade de uso junto a produtos inflamáveis, onde um motor elétrico poderia causar explosões.
Motor pneumático flexível
Estrutura e protótipo do motor pneumático flexível. [Imagem: Alar Ainla - 10.1089/soro.2017.0017]
"Trabalhar com máquinas macias apresenta desafios enormes de projeto e nos aspectos técnicos necessários para construir um equipamento funcional. Este é um exemplo engenhoso de um dispositivo que usa materiais macios para operar em ambientes que não seriam adequados para os robôs mais tradicionais," comentou o professor Barry Trimmer, especialista em robôs biomiméticos da Universidade Tufts, que não esteve envolvido neste desenvolvimento.

Bibliografia:

Soft, Rotating Pneumatic Actuator
Alar Ainla, Mohit S. Verma, Dian Yang, George M. Whitesides
Soft Robotics
DOI: 10.1089/soro.2017.0017

Robô sem bateria e sem fios? Sem problemas Redação do Site Inovação Tecnológica -

Robô sem bateria e sem fios? Sem problemas

Robô sem bateria e sem fios? Sem problemas
A pequena garra deste robô também se movimenta pelo mesmo princípio, sendo aberta e fechada de forma controlada. [Imagem: Wyss Institute at Harvard University]
Robôs de origami para medicina
Engenheiros da Universidade de Harvard, nos EUA, estão começando a alimentar seus robôs flexíveis usando transmissão de eletricidade à distância.
A equipe é especializada em pequenos robôs construídos com técnicas de origami, que têm uma vocação natural para serem leves e flexíveis. Mas os fios e as baterias estragam tudo.
"Tal como no origami, um dos principais pontos do nosso design é a simplicidade. Este sistema requer apenas componentes eletrônicos básicos e passivos no robô para receber a eletricidade - a estrutura do próprio robô cuida do resto," disse o pesquisador Je-sung Koh.
"Os dispositivos médicos hoje são geralmente limitados pelo tamanho das baterias que os alimentam, enquanto esses robôs de origami com energia remota podem romper essa barreira de tamanho e potencialmente oferecer abordagens totalmente novas e minimamente invasivas para medicamentos e cirurgias no futuro," acrescentou o professor Donald Ingber.
Músculos artificiais e triângulos
O módulo básico responsável pela movimentação dos robôs é plano e fino, lembrando o papel no qual se baseiam. São tetraedros plásticos com três triângulos externos conectados a um triângulo central por dobradiças.
Anexadas às dobradiças vão bobinas feitas de um tipo de músculo artificialconhecido como liga com memória de forma (SMA), que, após sofrer uma deformação, pode recuperar sua forma original por aquecimento a uma determinada temperatura.
Quando as dobradiças do robô ficam planas, as bobinas SMA são esticadas em seu estado "deformado"; quando uma corrente elétrica é passada através do circuito e as bobinas aquecem, elas retornam ao seu estado original, ou "relaxado", contraindo-se como pequenos músculos e dobrando os triângulos externos em direção ao centro. Quando a corrente é interrompida, as bobinas SMA são esticadas de volta devido à flexão da dobradiça, fazendo os triângulos externos retornarem à sua posição.
É essa alternância de posições que movimenta os robôs e aciona suas pequenas garras frontais.
Robô sem bateria e sem fios? Sem problemas
Estrutura básica de movimentação dos robôs de origami, baseada em triângulos e músculos artificiais. [Imagem: Wyss Institute at Harvard University]
Eletricidade seletiva
A novidade nesta versão dos robôs de origami é que a eletricidade agora está sendo transmitida sem fios para os robôs, que puderam ficar mais simples e mais leves, o que permitirá que eles assumam funcionalidades, e não fiquem apenas andando de um lado para o outro.
Uma bobina externa conectada a uma fonte de energia gera um campo magnético, que por sua vez induz uma corrente nos circuitos do robô. Para controlar quais bobinas vão se contrair a cada momento, a equipe construiu um ressonador em cada bobina e ajustou-o para responder apenas a uma frequência eletromagnética específica. Ao alterar a frequência do campo magnético externo, eles conseguem gerar energia para cada bobina independentemente.
"Não apenas os movimentos de dobramento dos nossos robôs são repetitivos, como também podemos controlar quando e onde esses movimentos acontecem, o que permite movimentos mais complexos," disse o pesquisador Mustafa Boyvat.

Bibliografia:

Addressable wireless actuation for multijoint folding robots and devices
Mustafa Boyvat, Je-Sung Koh, Robert J. Wood
Science Robotics
Vol.: 2, Issue 8, eaan1544
DOI: 10.1126/scirobotics.aan1544

Eletrônica Alvorada

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